1. Pré-diagnóstico gratuito
O ponto de partida brasileiro usa CPF, e-mail verificado e consentimento explícito. O CPF é criptografado no cofre de identidade e separado do caso operacional. Nenhuma evidência é liberada antes da validação de titularidade.
A prévia informa quantidade de sinais confirmados, categorias de risco e até três exemplos mascarados. Ela não entrega o inventário completo nem executa pedidos de remoção.
2. Confirmação e prioridade
Nome, localidade, e-mails, telefones e identidades digitais autorizadas ajudam a distinguir homônimos e reduzir correspondências erradas. Cada achado recebe fonte, data, confiança, impacto e próximo passo.
- Crítico: identificador, credencial ou combinação com potencial imediato de fraude.
- Alto: exposição pessoal relevante ou conta abandonada com acesso.
- Moderado: dado público desnecessário, cadastro comercial ou perfil antigo.
3. Ação aprovada
Com o escopo contratado, cada alvo é classificado como manter e proteger, corrigir, privatizar, excluir, desindexar, contestar ou monitorar. Ações destrutivas exigem aprovação humana e verificação de dependências.
4. Evidência e rechecagem
Protocolos, respostas e alterações são registrados. Resposta automática não conta como conclusão. Uma ocorrência só é encerrada quando existe evidência suficiente; reaparecimentos reabrem o caso.